A bolsa recebeu diversas releituras e volta a ser tendência
Peça básica para o armário
Marca lança linha de tênis e alpargatas
Estilo é destaque das principais coleção do inverno 2010
Tracie Martyn rejuvenesce famosos
Cada semana de moda tem suas particularidades, que sintetizam seu perfil. Nova York, por exemplo, é comercial, focada nas linhas diminutas do american way of life. Já Londres é sempre mais audaciosa, mais experimental. Milão é a essência do bem cortado, do bem feito e de uma sensualidade provocativa exercitada por nomes como Versace ou Roberto Cavalli. E Paris, como escreveu Hemingway, é uma festa, onde sempre é possÃvel sonhar com imagens que encantam e provocam. Portanto, esperar linhas minimalistas de Nova York e até mesmo de Milão é como chover no molhado. Mas quando os criadores de Paris apostam no clean, é como se acendesse um alerta: fique de olho, isto é muitÃssimo importante!
Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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Albez Elbaz mescla rigorosos traços arquitetônicos a um tribalismo contemporâneo. O look é simples e feroz ao mesmo tempo, comprovando a complexa mão criativa de Elbaz. Nas fotos, dois exemplos mais limpos da coleção, que no decorrer vai ganhando ainda mais elementos tribais, como bordados, metais e colares. Repare que os ombros têm destaque diante de um quadril um tanto afinado.
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Riccardo Tisci, para Givenchy, pontua o clean com doses de sensualidade e drama, como nas rendas e transparências que casam com ternos de paletós curtos e calças ajustadas. Ou seja, um minamalismo em sintonia com a própria essência um tanto gótica do criador.
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Phoebe Philo usou palavras como forte, poderoso e reduzido para definir a segunda coleção que assina para a Celine. A maneira como trabalha em couro é um dos destaques, como nas imponentes t-shirts que já haviam dado o ar da graça também na coleção de verão. Agrada em cheio elegantes que vêem na simplicidade a maior forma de luxo.
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O inverno Hussein Chalayan propõe uma espécie de viagem por estradas americanas, em mix de culturas e referências. A parte clean, é claro, se debruça sobre a metrópole Nova York, com a interpretação do mix urbano em paletós, hoodies e tênis.
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Já pensou em usar um creme anti-idade para os cabelos? É. Eles também sofrem com o passar dos anos. Pensando nas madeixas opacas e enfraquecidas pelo tempo, a Avon acaba de lançar a linha Advance Techniques Anti-idade.
Composta por shampoo, condicionador e elixir reparador, a linha foi desenvolvida no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Suffern (EUA), e possui fórmulas e tecnologias exclusivas.
Os produtos prometem restaurar a maciez e saúde do cabelo, dando mais brilho e renovando os fios. Cada produto custa, em média, R$15 e pode ser adquirido das revendedoras Avon ou pelo site.
Com tantos editorias e catálogos de moda por aÃ, fica cada vez mais difÃcil de criar algo novo e sair da mesmice. Mas não é que o fotógrafo Steve Jones conseguiu surpreender? Para a campanha da designer de sapatos Hetty Rose, Jones fez as fotos com a técnica pinhole. As fotos se formam dentro de uma latinha, quando a luz entra por um pequeno buraco e registra a imagem no filme que está do lado de dentro.
O projeto, Pinhole Shoes, fez tanto sucesso que se tranformou em exposição na loja Liberty, em Londres. Lá estão as fotos do catálogo e também diversas pinholes feitas por Steve, revestidas com os tecidos japoneses usados nos sapatos de Hetty. Que dupla criativa, não?
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A marca Emera teve uma grande ideia. Pensando nas fotógrafas profissionais e nas mulheres modernas que andam sempre com a câmera fotográfica a tiracolo, a marca criou bolsas para carregar as máquinas com charme.
Além de lindas e estilosas, possuem diversos compartimentos para acomodar lentes, cabos e cartões de memória. Não é uma delicadeza? E ainda tem opções em matelassê, lisa e nas cores cinza e azul marinho. Entra no site pra dar uma olhadinha.

Quem diria! A marca famosa por deixar os dedinhos de todo o mundo à mostra agora está produzindo tênis e alpargatas. A Havaianas resolveu investir no público que consome a sandália no verão, mas no inverno enfrenta baixas temperaturas. Para isso, a marca lançou uma linha exclusiva de tênis e alpargatas.
A Soull Colection conta com modelitos bem brasileiros, cheios de cores como verde, amarelo e azul. Os modelos são básicos, e os tênis contam com um mimoso pingente de chinelinho.
O lançamento vai ser apenas na Europa e na loja conceito de São Paulo. Para os gringos, os tênis vão custar entre 28 e 55 euros.Â
Se há um básico que realmente faz a diferença no guarda-roupa, este é o pretinho. Sim. O vestido preto que ingressou na moda na década de 20 graças à Chanel, que insistiu para que o modelo, antes associado ao luto, ganhasse um status de desejo, é tela em branco para mil estripulias. Conforme os acessórios, o pretinho tem um novo estilo, do despojado ao requintado.Â

E os designers também não cansam de interpretar o pretinho, criando vestidos que fazem a gente suspirar e são pra lá de inspiradores, como os modelos assinados pela estilista Collete Dinnigan. Esta sul-africana que tem sede na Austrália e vende nas lojas mais bacanas do mundo assinou uma coleção focada na peça para o inverno 2010, apresentada semana passada em Paris. Reinterpretou alguns clássicos de seu próprio repertório, com foco em tecidos macios, como o jérsei, e rendas, construindo uma silhueta ajustada e elegante. O interessante é que estes cocktail dresses podem transitar com a mesma intimidade em vários ambientes, do escritório à esticadinha noturna. Ah! Os dois últimos da foto são saia e blusa, mas a gente deixa como sugestão.

Onde há fumaça, há fogo, certo? Quando um pequeno prédio da Quinta Avenida (NY) começou a ser frequentado por famosos, como Kate Winslet, Madonna, Sienna Miller, Susan Sarandon e até Brad Pitt, despertou a curiosidade de muitos. O segredo tem nome e sobrenome: Tracie Martyn.
A esteticista inglesa é a nova queridinha das celebridades e já recebeu o prêmio de melhor Day Spa de 2009. Todos saem do consultório rejuvenescidos, como se tivessem passado por uma cirurgia plástica. O tratamento de efeito milagroso custa 400 dólares e funciona como um lifting instantâneo. O salão não deve ter tido sossego na última semana, já que as musas do red carpet costumam passar lá antes de cerimônias ou capas de revista.

O tratamento mais requisitado é o Resculpting Facial, que inclui aplicações de cremes com fórmulas secretas, sem componentes artificiais e desenvolvidos lá mesmo. Ainda é possÃvel comprar o gel de limpeza rico em vitamina C, esfoliante de enzimas e os dois cremes mais importantes: o Firming Serum, que custa 185 dólares e deixa o rosto esticado instantaneamente, e o Resculpting Body Cream, que por 155 dólares traz o mesmo efeito para o corpo.
Depois de todo esse arsenal, deu pra entender o motivo da badalação de Tracie Martyn. E se você quiser conferir o efeito milagroso de perto, é melhor marcar hora com alguns meses de antecedência.
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Inspirada pelas cores e pelos ciclistas e carretéis de Iberê Camargo, a designer Greice Antes criou os próprios desenhos para ilustrar a coleção Verão. Aqui ela conta um pouquinho mais sobre isso.
Aspatis visitam a Maria Bonita Extra e indicam como usar os tons fluorescentes do verão 2010: com jeans, com nudes, em look total, com preto. Confira.
Cada semana de moda tem suas particularidades, que sintetizam seu perfil. Nova York, por exemplo, é comercial, focada nas linhas diminutas do american way of life. Já Londres é sempre mais audaciosa, mais experimental. Milão é a essência do bem cortado, do bem feito e de uma sensualidade provocativa exercitada por nomes como Versace ou Roberto Cavalli. E Paris, como escreveu Hemingway, é uma festa, onde sempre é possÃvel sonhar com imagens que encantam e provocam. Portanto, esperar linhas minimalistas de Nova York e até mesmo de Milão é como chover no molhado. Mas quando os criadores de Paris apostam no clean, é como se acendesse um alerta: fique de olho, isto é muitÃssimo importante!
Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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Albez Elbaz mescla rigorosos traços arquitetônicos a um tribalismo contemporâneo. O look é simples e feroz ao mesmo tempo, comprovando a complexa mão criativa de Elbaz. Nas fotos, dois exemplos mais limpos da coleção, que no decorrer vai ganhando ainda mais elementos tribais, como bordados, metais e colares. Repare que os ombros têm destaque diante de um quadril um tanto afinado.
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Riccardo Tisci, para Givenchy, pontua o clean com doses de sensualidade e drama, como nas rendas e transparências que casam com ternos de paletós curtos e calças ajustadas. Ou seja, um minamalismo em sintonia com a própria essência um tanto gótica do criador.
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Phoebe Philo usou palavras como forte, poderoso e reduzido para definir a segunda coleção que assina para a Celine. A maneira como trabalha em couro é um dos destaques, como nas imponentes t-shirts que já haviam dado o ar da graça também na coleção de verão. Agrada em cheio elegantes que vêem na simplicidade a maior forma de luxo.
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O inverno Hussein Chalayan propõe uma espécie de viagem por estradas americanas, em mix de culturas e referências. A parte clean, é claro, se debruça sobre a metrópole Nova York, com a interpretação do mix urbano em paletós, hoodies e tênis.
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Cada semana de moda tem suas particularidades, que sintetizam seu perfil. Nova York, por exemplo, é comercial, focada nas linhas diminutas do american way of life. Já Londres é sempre mais audaciosa, mais experimental. Milão é a essência do bem cortado, do bem feito e de uma sensualidade provocativa exercitada por nomes como Versace ou Roberto Cavalli. E Paris, como escreveu Hemingway, é uma festa, onde sempre é possÃvel sonhar com imagens que encantam e provocam. Portanto, esperar linhas minimalistas de Nova York e até mesmo de Milão é como chover no molhado. Mas quando os criadores de Paris apostam no clean, é como se acendesse um alerta: fique de olho, isto é muitÃssimo importante!
Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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Albez Elbaz mescla rigorosos traços arquitetônicos a um tribalismo contemporâneo. O look é simples e feroz ao mesmo tempo, comprovando a complexa mão criativa de Elbaz. Nas fotos, dois exemplos mais limpos da coleção, que no decorrer vai ganhando ainda mais elementos tribais, como bordados, metais e colares. Repare que os ombros têm destaque diante de um quadril um tanto afinado.
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Riccardo Tisci, para Givenchy, pontua o clean com doses de sensualidade e drama, como nas rendas e transparências que casam com ternos de paletós curtos e calças ajustadas. Ou seja, um minamalismo em sintonia com a própria essência um tanto gótica do criador.
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Phoebe Philo usou palavras como forte, poderoso e reduzido para definir a segunda coleção que assina para a Celine. A maneira como trabalha em couro é um dos destaques, como nas imponentes t-shirts que já haviam dado o ar da graça também na coleção de verão. Agrada em cheio elegantes que vêem na simplicidade a maior forma de luxo.
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O inverno Hussein Chalayan propõe uma espécie de viagem por estradas americanas, em mix de culturas e referências. A parte clean, é claro, se debruça sobre a metrópole Nova York, com a interpretação do mix urbano em paletós, hoodies e tênis.
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Cada semana de moda tem suas particularidades, que sintetizam seu perfil. Nova York, por exemplo, é comercial, focada nas linhas diminutas do american way of life. Já Londres é sempre mais audaciosa, mais experimental. Milão é a essência do bem cortado, do bem feito e de uma sensualidade provocativa exercitada por nomes como Versace ou Roberto Cavalli. E Paris, como escreveu Hemingway, é uma festa, onde sempre é possÃvel sonhar com imagens que encantam e provocam. Portanto, esperar linhas minimalistas de Nova York e até mesmo de Milão é como chover no molhado. Mas quando os criadores de Paris apostam no clean, é como se acendesse um alerta: fique de olho, isto é muitÃssimo importante!
Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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Albez Elbaz mescla rigorosos traços arquitetônicos a um tribalismo contemporâneo. O look é simples e feroz ao mesmo tempo, comprovando a complexa mão criativa de Elbaz. Nas fotos, dois exemplos mais limpos da coleção, que no decorrer vai ganhando ainda mais elementos tribais, como bordados, metais e colares. Repare que os ombros têm destaque diante de um quadril um tanto afinado.
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Riccardo Tisci, para Givenchy, pontua o clean com doses de sensualidade e drama, como nas rendas e transparências que casam com ternos de paletós curtos e calças ajustadas. Ou seja, um minamalismo em sintonia com a própria essência um tanto gótica do criador.
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Phoebe Philo usou palavras como forte, poderoso e reduzido para definir a segunda coleção que assina para a Celine. A maneira como trabalha em couro é um dos destaques, como nas imponentes t-shirts que já haviam dado o ar da graça também na coleção de verão. Agrada em cheio elegantes que vêem na simplicidade a maior forma de luxo.
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O inverno Hussein Chalayan propõe uma espécie de viagem por estradas americanas, em mix de culturas e referências. A parte clean, é claro, se debruça sobre a metrópole Nova York, com a interpretação do mix urbano em paletós, hoodies e tênis.
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Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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Albez Elbaz mescla rigorosos traços arquitetônicos a um tribalismo contemporâneo. O look é simples e feroz ao mesmo tempo, comprovando a complexa mão criativa de Elbaz. Nas fotos, dois exemplos mais limpos da coleção, que no decorrer vai ganhando ainda mais elementos tribais, como bordados, metais e colares. Repare que os ombros têm destaque diante de um quadril um tanto afinado.
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Riccardo Tisci, para Givenchy, pontua o clean com doses de sensualidade e drama, como nas rendas e transparências que casam com ternos de paletós curtos e calças ajustadas. Ou seja, um minamalismo em sintonia com a própria essência um tanto gótica do criador.
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Já para o verão 2010, muitos designers que desfilam em Paris haviam investido em looks mais limpos, como Celine ou Stella McCartney - esta, uma das que tem o estilo na essência. Só que na semana passada, quando os criadores apresentaram as coleções do inverno 2010 por lá, a economia de linhas e formas se destacou ainda mais, sendo uma das correntes mais fortes da temporada. Até mesmo Alber Elbaz trouxe o tema para a Lanvin, é claro que pontuado por ondas de um elegante tribalismo, que, pode-se dizer, está nas origens do criador nascido em Marrocos.
O minimalismo de agora surge aliado à tecnologia de materiais, inclusive dos couros e vinÃlicos, vem com pitadas de referências orgãnicas, principalmente nas formas mais arredondadas de mangas e detalhes, e tem uma cartela que pode fugir ao convencial, embora muitas vezes fique entre o preto, o cinza e o branco. Flertando com o atemporal, o minimalismo é o contrário da simplificação. Sim. Por mais que as formas parecem simples ao primeiro olhar, revelam uma intricada e exÃmia construção. Confira algumas apostas.
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A coleção Stella McCartney tem linhas limpas, polidas e elegantes, adjetivos que para o influente style.com sintetizam a temporada. Observe o jogo das lapelas, ora diminutas, ora inexistentes. O mÃnimo de Stella também é maxisexy, com pernas bem à vista e alguns decotes Vs profusos.
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O inverno Hussein Chalayan propõe uma espécie de viagem por estradas americanas, em mix de culturas e referências. A parte clean, é claro, se debruça sobre a metrópole Nova York, com a interpretação do mix urbano em paletós, hoodies e tênis.
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