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Paletó

PaletóDo francês, paletot. Nos séculos 19 e 20, a palavra paletó foi usada para designar diversas peças. No início do século 19, era uma sobrecasaca masculina, de abotoamento simples, com um recorte na altura da cintura onde se costurava a parte inferior, sendo, em versões anteriores, semelhante a um casaco de montaria. Na segunda metade do século 19, era um casaquinho feminino parcial ou completamente ajustado. No início do século 20, transformou-se em um casaco masculino com bolsos externos e comprimento até a altura dos quadris, próprio para ocasiões mais formais. Com a força do unissex, a partir dos anos 70, as mulheres apropriaram-se do modelo.

Patchwork

 Patchwork

A tradução de patchwork é “trabalho com retalho”. É uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. Na década de 60, casacos, calças, vestidos e jaquetas feitos de retalhos quadrados, redondos ou hexagonais entraram em moda. Desde então, o patchwork pode estar em detalhes, nas peças inteiras, em acessórios e até sugerir um estilo de estamparia ou aplicação.

Plataforma

 

Salto plataformaSola grossa e inteiriça que teria sido criada, nos anos 30, por Carmen Miranda, que estava em busca de conforto e alguns centímetros a mais para o seu exíguo 1m52cm. Ela pediu a um sapateiro carioca para fazer o modelo. Alguns biógrafos, como Ruy Castro, afirmam que a autoria não foi confirmada porque a pequena notável não patenteou a invenção. O certo é que a plataforma esteve em moda em quase todas as décadas a partir de então, principalmente nos anos 40 e 60. É um dos saltos preferidos da brasileira. 

Poncho

 

PonchoPedaço quadrado ou retangular de tecido de lã com uma abertura no centro para a cabeça. É usado reta ou diagonalmente, originário da América do Sul. Tornou-se popular nos Estados Unidos no final da década de 40 e logo depois  se espalhou para a Europa. A moda étncia do final dos anos 60 resgatou a peça, que retorna a cada movimento folk das passarelas.

 

Prêt-à-porter

 O prèt-à-porter da grife Balenciaga

É a expressão francesa para o inglês ready-to-wear. Traduz o conceito de moda pronta para vestir que surgiu nos anos 50 e foi responsável dela difusão da moda. A partir de então, passou a ser possível criar roupas em grande escala industrial com melhor qualidade, oferecer uma grande praticidade, além da variedade não só de estilos, mas também de preço e tendências. Os desfiles de prêt-à-porter, que apresentam coleções de grandes nomes desde os anos 70, movimentam o chamado planeta fashion, com semanas de moda nas principais capitais do mundo: Nova York, Londres, Milão e Paris.

 

Pretinho básico

 

O vestido pretinho básicoSurgido na década de 20, o vestido pretinho transformou-se na indumentária-base dos coquetéis, essencial no guarda-roupa feminino dos anos 50 até hoje. Muito promovido por Chanel, reconhecida como a “inventora”, e Molineux nas décadas de 20 e 30, o pretinho tornou-se um clássico. Não há mulher que viva sem um.

 

Psicodélico

 

Estampa psicodélicaRoupas de padrões irregulares e cores brilhantes, geralmente feitas de tecidos luminosos, populares na década de 60. As cores e padrões pretendiam representar os efeitos dos alucinógenos.

 

Pulôver

 

puloverMalha tricotada sem abotoamento, de mangas longas, usada na virada do século para atividades esportivas. Pode ter decote V, canoa, redondo, gola rulê. Entrou em moda a partir da década de 20, em pontos lisos ou trabalhados. Pulôver é praticamente a mesma coisa que suéter. Entretanto, alguns especialistas afirmam que a principal diferença é que o pulôver pode não ter mangas, ou seja, ter versão colete, enquanto que o suéter sempre tem mangas.