Gasparotto e suas pequenas e adoráveis loucuras
18 de Abril de 2017 . Por aspatricias

Gasparotto / Divulgação

O nome mais importante do colunismo social no Rio Grande do Sul e último da velha guarda a seguir no ofício comemora seu 80º aniversário com exposição sobre sua vida e o novo site. Estamos falando de Paulo Gasparotto. Do dia 19 deste mês até 28 de maio, no Santander Cultural, o público confere uma seleção de 150 obras - entre imagens, textos e objetos - que traduzem o mundo do conceituado jornalista em uma expografia dinâmica.

A mostra Paulo Gasparotto – Certas pequenas loucuras…, sob curadoria da professora, crítica e historiadora da arte Paula Ramos, busca ir além da carreira do jornalista. Detalhes que exploram sua personalidade e excentricidade - suas pequenas loucuras - costuram uma mostra intimista que mergulha no vasto universo do jornalista. Homem de múltiplos gostos, de plantas e animais à arte, antiguidades, música, moda e literatura, Gasparotto também é avaliador e leiloeiro devido a esse admirável senso estético.

Gasparotto / Divulgação

Completando “20 anos pela quarta vez”, como ele mesmo diz, e 50 anos de jornalismo, a bagagem é enorme: começou sua carreira no final dos anos 1950, no jornal Ele e Ela e, na sequência, na Revista do Globo. Em 1963, ingressou no jornal Zero Hora e, nos anos seguintes, escreveu sobre moda, arte, elegância e vida social. Manteve coluna nos periódicos Folha da Tarde, Correio do Povo, Zero Hora, O Sul. Atualmente, se despede dos veículos tradicionais para começar novo projeto em no próprio portal de notícias, www.paulogasparotto.com.br, sinal de vitalidade artística inspiradora.

Gasparotto / Divulgação

Hoje, com a vitalidade, o apuro e a ousadia que sempre lhe marcaram, ele tem plena consciência de que muito do cenário de elegância e bom gosto que começou a documentar não existe mais. Reinventando-se permanentemente, persiste em uma época em que, como ele mesmo diz, todas as pessoas, com seus smartphones, blogs e redes sociais, podem ser “um pouco colunistas”. Mas jamais como ele. Homenagem imperdível!

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