Nasce a WAS, marca focada no milimalismo e durabilidade
2 de Junho de 2017 . Por aspatricias

Foto: Carlos Contreras

Design atemporal para mulheres minimalistas. Essas são as principais características da marca gaúcha que está estreando. A WAS, criada pela consultora de estilo Tânia Schirmer e a publicitária Luciana Ceccon, traz silhuetas limpas, modelagens clássicas e detalhes funcionais inspirados na arte, na arquitetura e na natureza.

Foto: Carlos Contreras

Com foco em matéria-prima natural, a marca nasce da necessidade de peças mais duráveis e clean, em um mercado em que tudo é tão datado, estampado e com muita poluição visual. A inspiração da label está nos elementos naturais brutos. São eles que dão vida ao conceito da marca: contrapor o excesso proposto pela moda atual.

A coleção de estreia da WAS explora as formas mais clássicas do guarda-roupa. Olha para o passado, presente e futuro para criar peças confortáveis e elegantes. São encontradas peças de alfaiataria em preto e branco, tricô com modelagem ampla e linhas retas, couro e comprimentos mídi. Já os acessórios destacam quartzos, amazonitas, cristais e ágatas em contraste com o metal, tassels de fios de seda e marabus. As cores são utilizadas com moderação, e os detalhes clamam por sutileza.

Foto: Carlos Contreras

A grife atende em seu ateliê, no bairro Moinhos de Vento (Félix da Cunha, 1143), em Porto Alegre, com hora marcada. E através do e-commerce pelo link wasofficial.com. A gente amou!

 

Spirito Santo inspira-se nos clubes da luta
30 de Maio de 2017 . Por aspatricias

Spirito Santo/Divulgação

Referência em alfaiataria, a Spirito Santo lança neste inverno uma coleção diferenciada.  Chamada The Club, faz referência ao universo dos clubes de luta de boxe. A inspiração fica por conta dos figurinos e lifestyle dos personagens dos filmes da cultura pop Clube da Luta e Snatch, sucesso dos anos 90 e 2000.

As peças foram criadas em shapes esportivos, como moletons e calças de tecidos leves com elasticidade. As lavagens e efeitos manuais conferem um ar handmade. A cartela de cores transita pelo roxo, bordô, tons de azuis e marrons, além de muito preto. As apostas da estação são as malhas texturizadas e diferenciadas, com desenhos tribais e geométricos. Já os casacos e jaquetas trazem acabamentos rústicos e apontam um estilo urbano com pequenos elementos clássicos. A alfaiataria, carro chefe da grife, aposta em cores diferenciadas nos trajes, como o azul bic e paletós mais curtos.

Spirito Santo/Divulgação

Há mais de 10 anos no mercado, a Spirito Santo traduz o conceito de personalidade e classe do homem contemporâneo. Inspirada na ótica da alfaiataria com alma, a marca está crescendo. Ainda no primeiro semestre, a label prepara a abertura de uma loja em Passo Fundo, além de outras por outras partes do país. A grife vende também pelo e-commerce spiritosanto.com.br. Ah! E acaba de estrear uma loja no Fashion Outlet, em Novo Hamburgo.

Spirito Santo/Divulgação

 

Alfaiataria é tema de novo livro de Eduardo Motta
25 de Maio de 2017 . Por aspatricias

Eduardo Motta

Eduardo Motta está lançando o livro Alfaiatarias: Radiografia de um Ofício Incomparável, pela editora Senac. O autor resgata o histórico e o know how da alfaiataria clássica, atualizando-o a partir da sua evolução ao longo das últimas décadas. Através de entrevistas, como com a inglesa Kathryn Sargent, primeira mulher a se estabelecer na Saville Row, em Londres, e com João Pimenta, um alfaiate tão preciso quanto iconoclasta, é traçada uma radiografia dessa sofisticada técnica de construção de roupas que, infelizmente, vem sendo cada vez menos difundida.

No livro, Motta aborda questões de gênero, desmistifica a alfaiataria como ferramenta de renúncia dos homens ao jogo das aparências, investiga o papel das mulheres neste terreno tido como masculino e não evita os conflitos entre tradicionalistas e inovadores, entre artesanato e indústria, que cercam a prática da alfaiataria. O livro cobre o período da alfaiataria vitoriana, moderna,  contemporânea, com uma abordagem diversificada e dinâmica do tema.

Eduardo Motta é consultor e editor de moda, diretor criativo e de conteúdos da Radar - Inteligência e Projetos de Moda. Também é autor dos livros História do Calçado no Brasil: um Olhar Histórico, O Lugar Maldito da Aparência e Meu Coração Coroado: Mestre Espedito Seleiro.

Em tempo: esta semana, mais precisamente hoje, Motta lança o livro no Dragão Fashion, que rola em Fortaleza, no Ceará.  No dia 30, no Moda Documenta, em São Paulo.

Maurício Placeres apresenta sua marca
6 de Setembro de 2016 . Por aspatricias

Hoje, o alfaiate que faz sucesso entre os homens mais “alinhados” da capital gaúcha, Maurício Placeres, recebe convidados no 300 Cosmo Dining Room para apresentar oficialmente sua marca de trajes de alfaiataria masculina. Maurício veste músicos, médicos e executivos pelo Brasil e Europa, desenvolve tecidos com grandes fabricantes italianos e ingleses e ainda desbrava o mundo de consultoria em produto e moda.

mauricio-placeres

O jovem talento uruguaio escolheu Porto Alegre para investir na área da moda. O gosto pela criação veio do pai, Luiz Placeres, engenheiro de produção, que se especializou na área da confecção. Até hoje, Maurício se baseia nos conhecimentos do pai e recorre a ele quando tem dúvidas. Maurício fez seus primeiros trabalhos no Uruguai, montou a marca e começou a vender as peças pela internet. Quando voltou a Porto Alegre e percebeu uma lacuna no mercado, resolveu abrir uma loja física.

 

Gingga, alfaiataria para pequenas
30 de Junho de 2016 . Por Patrícia Pontalti

Foto Divulgação

Sempre que vou comprar uma roupa para a Clara penso que tem muito designer sem filhos criando moda infantil. Pra você que me pergunta se acho que só quem tem experiência pode criar algo, digo não, é claro, mas se você não tem a vivência no assunto, fale com quem tem, pesquise, se aprofunde. Portanto, acho que falta filho e/ou pesquisa. Por que digo isso? Ora. Roupa de criança sem conceito essencial do ser criança, o conforto, é roupa de adulto em versão pequenininha e chata. Portanto, minha alma fashion sorri quando topo com uma marca que deixa claro, na largada, que tem estilo e conforto, que foi criada para os pequenos serem pequenos, como a Gingga, que traz peças lindas de alfaiataria para meninas de um a seis anos.

Fotos Divulgação

A Clara ganhou da Gingga um paletó que é um nojo de tão querido - e infelizmente ainda não usou dada as temperaturas glaciais do inverno gaúcho. Mas vesti peças da Gingga em algumas meninas para um trabalho de estilo que assino para o site Primi Stili, especializado em moda infantil - muito bacana, viu?! Acessa lá (primistili.com.br). E me apaixonei. Tudo vestiu lindamente - e as gurias amaram as roupas, que não apertaram, não tolheram os movimentos e ainda proporcionaram ares de princesa - sim, todas as meninas gostam de ser princesas, mesmo que contemporâneas e sem frescuras, usando tênis e jeans. Mas elas não dispensam um charminho.

Foto Reprodução

A Gingga nasceu há pouquinho, este ano, e tem modelos atemporais, com acabamento impecável. Sério. Olhar por dentro de casacos e paletós impressiona até os pais mais exigentes, aqueles que sabem o significa uma costura precisa. E o mesmo vale para a matéria-prima, com tecidos de qualidade, gostosos ao toque, em cores que fogem ao clássico rosa, que está lá também, claro, mas ganha a companhia de deliciosos tons sutis e do essencial preto. Essa qualidade se explica. Tudo é produzido conforme os pedidos e acompanhado de perto pela equipe de estilo.

Curtiu? Acesse o site da label, que só tem loja virtual, viu?!