Perky estreia acessórios para o frio
31 de Maio de 2017 . Por aspatricias

Perky Divulgação

Perky lança uma nova linha de acessórios com a chegada do inverno. A linha Leve Perky mantém o DNA de conforto e inovação da marca, renovando modelos clássicos com estampas e materiais inusitados. As linhas surgem minimalistas e simples para o frio, com o objetivo de ressaltar a personalidade, estilo e aconchego propostos pela label.

Os acessórios acompanham a coleção de calçados da marca e trazem bolsas, mochilas, clutches e pochetes de lycra e pelo. O brilho holográfico completa o mix inusitado para um inverno ousado.

Perky/Divulgação

A Perky Shoes nasceu em 2011 trazendo a reinvenção da alpargata de volta ao mercado. Atualmente, a marca possui uma grande variedade de calçados e acessórios em sua loja em Porto Alegre e em mais de mil pontos de venda pelo país. Os produtos também podem ser encontrados através do e-commerce pelo link perkyshoes.com.

 

 

Essenciais da nova Paquetá
28 de Abril de 2016 . Por Patrícia Pontalti

Ontem fui convidada pela equipe da Paquetá para prestar consultoria de moda na loja conceito da rede que estreou na nova ala do Shopping Iguatemi aqui de Porto Alegre, que também inaugurou ontem. Adoro este contato direto com o consumidor, até porque eles costumam ser mais raros do que eu gostaria, já que nossa consultoria é voltada a empresas e não ao público final e quando falamos com o cliente, geralmente, é virtualmente. Bem. Como boa geminiana, que ama um trelele, cheguei empolgadíssima na Paquetá. E minha empolgação atingiu níveis altos quando me deparei com a loja. Gente! Sério. Tá muito bacana, com os produtos bem expostos, bem iluminados, em um espaço sofisticado e minimalista. Adorei o projeto, e curti muito a edição dos produtos, que definem as principais tendências da temporada, os principais desejos. Tem o boho, o rocker, o minimalista, o esportivo, o gótico-sexy, enfim, tá tudo lá, bem definido.

E vou contar um detalhe que me deixou ainda mais animada (quem me conhece sabe que meu índice de animação sempre pode subir mais): a gente pode pagar direto para os vendedores. Siiiim! Vou explicar melhor. Cada vendedor usa um aparelhinho semelhante a um celular, que consulta o estoque e também finaliza a compra, inclusive debitando no cartão o valor dos produtos, rapidinho, sem filas, sem estresse. Já tinha visto isto em algumas lojas bacanas mundo afora e adorei que a Paquetá adotou esse sistema, que torna bem mais tranquilo o momento da compra. E voltamos ao que me motiva hoje, as minhas escolhas, que mostro agora, mas peço um descontão de vocês: eu não sou fotógrafa e nem pude caprichar muito porque a loja estava tão lotada que precisei clicar bem rapidinho pra não incomodar ninguém. Então, sejam simpáticas às minhas limitações por trás de uma câmera e aproveitem as dicas, fiz pensando em vocês com carinho.

Foto Eu

Bem. Como falei, a foto é um pavor, mas vamos ao fatos. A gente já cansou de falar que o esporte está para a moda cotidiana como um bom chochilo em dia de chuva: fundamental! O modelo aí de cima é reflexo desse namoro que virou casamento: um tênis bota. O interessante é que dá pra identificar várias tendências em uma única peça, inclusive certo toquezinho étnico por conta da camurça e da pele decorando o cano, comprovando como quando mais se mescla, melhor pode ficar. Gamei!

Foto Eu

Seguindo o tema esportivo-chique, temos aqui uma bolsa que retrata exatamente a mescla do luxo e da referência esportiva. O luxo, no caso, vem por conta do couro com textura croco, bem brilhoso e requintado, e do próprio formato da bolsa, rígido e médio. Agora repare na alça! Podia estar em uma mochila ou na barra de uma jaqueta bomber. Viu?! Isso que é bacana, esse contraste que resulta em uma peça bem singular que faz muito diferença no seu closet. Outra que gamei!

Foto Eu

As bucket bags, ou simplesmente bolsa-saco, são uma tendência neste inverno. Eu adoro. Acho clássica, elegante, prática. O que eu muito curti no modelo aí de cima também tem a ver com unir opostos. A cor, um nude levemente rosáceo, não seria a primeira associação a tantas tachas e detalhes pesados, né mesmo?! Por isso que é tão bacana. Amorzinho por ela.

Foto Eu

Juro que estou com tanta vergonha da foto aí de cima, torta, ainda por cima, que se eu não achasse tão importante falar desta mochila eu tinha limado ela do meu post. Mas eu preciso falar de mochila. E desta. Gente! Como ando numa onda em esporte-chique, tenho olhado cada vez com mais carinho para as mochilas. Eu e o mundo do design, né?! As mochilas são acessório perfeito para despojar o chique. E o bom é que podem ser chiques por si só, como a minha escolha, um modelo simples, em um tom preciosamente elegante, com poucos detalhes. Vai bem com tudo, até com terninho.

Foto Eu

Também preciso falar dos tons suaves decorando o caminhar. Eles estão em botas dos mais variados modelos, em scarpins, em sandálias, como esta, que tem um detalhe essencial que a faz mais bacana, um visual pesado, que fica lindo com esta cartela adoravelmente tolinha. Quero!

Foto Eu

Esta aqui foi minha escolha para usar ontem, em preto porque combinava melhor com minha roupa. Acho muito interessante que esta bota pode ser chique e casual ao mesmo tempo. E o bico é um show a parte. Sim. Os finos também voltaram, e este é extremamente confortável, assim como o salto, um médio encorpado que garante um estilo bem singular à bota. Ela é meio de bruxinha fashion - e eu adorei isso.

Foto Eu

Tá, oxford não é novidade, mas é primordial, portanto… Ainda mais um modelo como este, que inova no detalhe da sola, menos delicado e com uma personalidade bastante masculina, e na mistura de materiais, como o verniz e a camurça. Vem pra casa, querido! Amo usar com vestidos bem femininos ou com peças naturalmente mais sensuais, como uma saia lápis bem justinha.

Foto Eu

Sou fã destas bolsinhas com ar retrô, que parecem ter sido surrupiadas do closet da vovó. Acho um charme para imprimir requinte em visuais mais casuais, compondo com calças jeans, com jogger, com vestidos tubos mídis, com jaqueta de couro. Ah! Quer saber? Gosto delas até com roupas sóbrias também. Acho fofas, coquetes. :)

Loja temporária da Helen Rödel
3 de Dezembro de 2015 . Por Patrícia Pontalti

Na noite de comemoração dos 10 anos das patrícias, usei um vestido que me fez sentir linda e singular. No dia seguinte, ainda com a ressaca da emoção de ser acarinhada por amigos queridos e de umas taças de espumante a mais, mandei um whats para a pessoa que me fez sentir assim. Agradeci a ela pela minha noite de sereia e por me envolver em uma áurea de beleza, que foi como me senti. E ela respondeu, com todo o carinho, dizendo que minha mensagem tinha provocado nela um delicioso sorriso quase infantil. Uma troca de afetos que tem tudo a ver com a essência criativa de Helen Rödel, uma paixão de pessoa, uma iluminada artista.

Fotos Eduardo Carneiro/Divulgação

Helen tirou a poeira de técnicas manuais ancestrais para torná-las um desejo além de qualquer fronteira, além de qualquer idade, além de qualquer estilo. Os tricôs e crochês da Helen encantam de mocinhas indies a jovens senhoras comportadas, de sensuais a minimalistas, de divas a cotidianas, e tudo é feito de um jeito superexclusivo, devagarinho, caprichado, intimista. Isso aí. Mesmo que a grife Helen Rödel seja sucesso no mundo, como é, ela é construída com as mãos de artesãs que produzem cada peça como se a fizessem para alguém querido e especial. E assim se sente quem usa: querido e especial, como me senti e me sinto desde o primeiro vestido que tenho, lá da primeira coleção! Não é uma delícia? Sim. É.

Fotos Eduardo Carneiro/Divulgação

E a boa notícia é que Helen agora estreia com uma nova linha de produtos, igualmente deliciosa e extremamente versátil: acessórios. Sim. A nossa diva das agulhas lança, neste final de semana, na sua primeira loja temporária, aqui em Porto Alegre, bolsas, carteiras, colares e braceletes, todos em crochê e tecidos à mão pela prestigiosa equipe de artesãs orquestradas pela Helen. E tudo está lindo demais, como a gente pode antecipar pelas fotos assinadas pelo Dudu Carneiro, parceiro de várias temporadas da artista.

helen3Fotos Eduardo Carneiro/Divulgação

Ah! Além dos acessórios, a loja terá peças de outras coleções, modelos que já nascem icônicos, e alguns vestidos festivos brancos e negros que parecem perfeitos para um momento especial. Vai resistir? A gente não. Porque ter uma peça da Helen faz bem para o corpo e o coração. Ah! A loja fica no loft da Vasco da Gama, 1.020, e funciona das 10h às 20h.

Fotos Eduardo Carneiro/Divulgação

 

Bolsas que parecem…gente
29 de Julho de 2015 . Por Patrícia Pontalti

A gente adora o trabalho do gaúcho radicado em Buenos Aires Eduardo Nipper. Instigante, ousado, criativo são alguns dos adjetivos que se enquadram bem no perfil do estilista, como confirma a nova coleção de bolsas assinada por ele, na qual brinca com a pareidolia. Opa! Nome difícil. Calmaí. O conceito é facinho. Sabe aquela sensação de ter visto um elefante em uma nuvem, o mapa-múndi em uma poça d’água ou um coração em uma pedra? Pois então. É isso mesmo. Essas impressões surgem pela habilidade natural do cérebro humano de buscar padrões e formas conhecidas entre os estímulos visuais recebidos. Para Nipper, são os moldes de suas peças recém-lançadas. Sua nova coleção traz bolsas com formato de cabeça humana, pequenas mochilas que provocam com língua de fora e mandam beijos.

Com traços retos e simples, formas geométricas de ares futuristas, as bolsas de Nipper subvertem o sentido delas mesmas. Deixam de ser bolsas para virar personagens. São coisas que nascem das coisas, objetos que ganham significados além do que são e do que se pode ver. A gente adorou. As peças podem ser compradas diretamente da recém lançada webstore do estilista, eduardonipper.com, com entrega para todo o Brasil.

Foto Divulgação

Foto DivulgaçãoFoto Divulgação

Lulu Guiness, uma paixão
24 de Fevereiro de 2015 . Por aspatricias

De espírito pop e humor delicado, as bolsas da marca inglesa Lulu Guinness são uma paixão secreta dos amantes da moda há algum tempo. Elas são vistas em diversas fotografias de street syle, estão nas mãos das mais conhecidas celebridades – Kate Moss e Katy Perry são apenas algumas das belas que carregam uma pequena Lulu Guinness – e já pintaram em diversos editoriais da Vogue francesa à Teen Vogue. Por que o segredo? As bolsas da marca britânica não possuem grandes logos ou escritos que as identificam como tal. Como saber se uma peça trata-se de um exemplar Lulu Guinness? Um par de lábios vermelhos basta, o querido ícone da marca.

Foto Reprodução Internet

Lucinda James Guinness é a empreendedora por trás da marca que carrega seu apelido e sobrenome, lançando no mercado a primeira leva de bolsas icônicas antes dos 30 anos. A criação que foi responsável por colocar a Lulu Guiness nos holofotes da mídia, em 1989, foi uma bolsa de mão que simulava uma cesta de rosas vintage. Desde cedo a marca provou que, para ser um clássico, não precisa manter-se básica, com a bolsa The Florist Basket, entrando para o acervo permanente da seção da história da moda no museu Victoria and Albert, em Londres.

Foto Reprodução Internet

Lucinda descreve a marca como “weird and wonderful” (estranha e maravilhosa), adjetivos que parecem se contradizer, mas, no mundo de Lulu Guinness, fazem todo o sentido andarem de mãos dadas. As bolsas possuem linhas e contornos atemporais, mas com elementos que acrescentam o toque de estranhamento que tanto conversa com o conceito Lulu. São pequenas bolsas de mão que possuem forros listrados à la Tim Burton; mochilas que ostentam a imagem de mãos com manicures vermelhas impecáveis; clutches estruturadas em formato de lábios rubros; e estampas que de longe parecem ser pintas de dálmata, mas tratam-se das mesmas boquinhas que são assinatura da marca.

Foto Reprodução Internet

A própria designer incorpora o mote da marca homônima, chegando aos 54 anos com o mesmo estilo surrealista e divertido com o qual começou a crias as bolsas que carregam essa mesma descrição. Citando como maior influência a artista e criadora de moda Elsa Schiaparelli, Lucinda faz das palavras da italiana as de Lulu Guinness: “Ouse ser diferente”. Assim, carregando a sua clutch inspirada nos lábios de Mãe West em releitura da Salvador Dali, Lucinda mantém suas bolsas como símbolos de elegância irreverente – um “resumão” do estilo londrino que tem fãs além de qualquer fronteira.